• Autor Ana Ventura
  • Ilustrador Alberto Faria
  • Coleção Pé de Pato
  • ISBN 9789897076992
  • PVP 9,99 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de novembro de 2019
  • 1ª Edição junho de 2018
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 64
  • Apresentação capa mole
  • Dimensões 130 x 198 x 15 mm
  • Idade 8+

Lendas antigas recontadas e bem-humoradas.

As lendas portuguesas são poções mágicas e a História de Portugal um dos seus ingredientes mais fantásticos.

Ana Ventura preparou no seu caldeirão algumas dessas lendas plenas de assombro e factos reais. São elas: Lenda da Lagoa das Sete Cidades, Lenda do Galo de Barcelos, Lenda das Amendoeiras em Flor, Lenda dos Corvos de São Vicente, Lenda do Milagre das Rosas, Lenda da Padeira de Aljubarrota, Lenda das Mouras Encantadas e Lenda da Serra da Estrela.

Às lendas, Ana Ventura acrescentou pitadas de maravilhas, humor e imaginação. Ao texto, Alberto Faria adicionou imagens originais e divertidas que acrescentam sabor a estas poções.

 

Alberto Faria é diretor de arte e ilustrador. Entre os seus clientes estão as agências de publicidade BBDO, Brandia, Fuel e Young & Rubicam, entre outras, e publicações como O Público, Diário de Notícias, Ler, Evasões e Volta ao Mundo, e as editoras Gailivro, Cotovia, Caminho, Texto, Sebenta, Abysmo, La Vanguardia, Planeta DeAgostini Espanha e Leya Brasil. Foi premiado em alguns dos principais festivais de publicidade nacionais e internacionais, e foi autor de sardinhas premiadas nas Festas de Lisboa em 2013, 2014 e 2015. Participou em mais de 20 exposições coletivas.

Ana Ventura é copywriter e iniciou a escrita de contos infantis em 2003. Desde então, publicou O Bicharoco que era Oco (ed. Pena Azul, 2006), A Zebra Zezé (ed. Texto, 2010) e O Cato Quer Mimos (ed. Letra Imaginária, 2014). O que motiva a sua escrita e as suas Horas do Conto encenadas para os mais jovens é a vontade de passar o seu gosto pelas histórias e o seu fascínio pelo mundo. Procura sempre transmitir o conhecimento da forma divertida e surpreendente para que a assimilação de informação se torne mais natural e cativante (como na realidade é!). Quando reescreveu estas lendas foi também a pensar na exploração de conteúdos do património natural (referências geográficas, biodiversidade local) e cultural (herança real que chegou aos dias de hoje) sem deixar de polvilhar generosamente com os pós prodigiosos que estão na sua origem.